Acreditaciones - IECS

Bienvenidos a este blog

El objetivo de este blog de Protocolo y organización de eventos, es compartir los temas que surgen en nuestro foro Área de Postgrado de Protocolo, Ceremonial y Wedding Planner.
Desde 1985 nos dedicados a la formación de expertos, a través de máster y cursos superiores.
Esperamos que disfrutéis tanto como nosotros.

Nùria Pereira Martínez
Directora. Instituto Europeo Campus Stellae

Argumentarios: Otros factores de la comunicación


A más de uno puede que nos toque ser la “cara mediática” de una empresa…. En el módulo VIII tememos una guía estupenda para saber cómo actuar ante los medios, pero hay ocasiones en las que el día a día no se centra en notas de prensa y comunicados, sino en llamadas de teléfono y tener que dar mil repuestas que ni imaginábamos…

Si se trabaja en una empresa, más o menos importante a nivel local, hay que tener en cuenta que los medios van a estar llamando a la puerta cada día. Cualquier rumor, cualquier comentario, hará que cojan el teléfono y disparen preguntas de todo tipo. Por ello, lo mejor es elaborar un buen argumentario. Normalmente los gabinetes dependen de la Presidencia de cada empresa, y deben estar enterados de TODO lo que ocurra en la empresa y en sus grupos de interés.

Lo primero es elaborar un buen argumentario: detectar los puntos débiles de la empresa, sus amigos y enemigos, y hacer una buena auditora de medios (para ver qué percepción tienen de la empresa, quién nos apoya, etc.). En ese argumentario hay que redactar todas las preguntas que se nos ocurran, tipo brainstorming, y contestarlas e interiorizarlas (de modo que cuando nos llamen, las respuestas nos salgan de forma natural). En Comunicación todo tiene que estar preparado, y cualquier protesta vecinal no prevista, o una salida de tono del presidente de la empresa, puede ser “catastrófica” para la imagen de la empresa si no tenemos una respuesta que darle a la prensa cuando vengan a preguntarnos….. (¿alguien recuerda lo que le pasó a J.Mª Aznar cuando fue entrevistado por Luis del Olmo?)

Escrito por P.B.M., alumna del Máster en Protocolo y Organización de Eventos.^
Más información relacionada con este artículo:
http://www.profesiones.org/var/plain/storage/original/application/e6e64f01dcc976f2bd5266359df787be.pdf

Entrevista del Diario "Público.pt" a Nuria Pereira, Directora del IECS


Mãos nas mãos, olhos nos olhos, protocolo é isto e algo mais
20.10.2007, Clara Viana


O protocolo pode ser uma mensagem de não agressão, tão natural como o acto de se vestir de manhã. Vários dos seus preceitos ajudam também a evitar situações embaraçosas

1. Não responder a um convite que pede expressamente R.S.F.F (responda se faz favor)

2.Não começar por cumprimentar quem o convidou ou sair sem se despedir dos donos da casa.

3.Ignorar o código de vestuário mencionado no convite.

4.Falar aos gritos para alguém que está noutro canto da sala

5.Esquecer-se de levar os seus cartões de visita para eventos empresariais
Isabel Amaral, ex-assessora de Cavaco Silva, responsável pela pós-graduação em Imagem, Protocolo e Organização de Eventos, no ISLA, autora dos livros "Imagem e Sucesso" e "Imagem e Internacionalização"

1.Escolha o restaurante adequado: se for o de um hotel de cinco estrelas não correrá qualquer risco de ser criticado.

2.Chegue a horas. Ou melhor: se for o convidante, chegue cinco minutos mais cedo; se for o convidado, pode chegar cinco minutos mais tarde.

3.Não entre a matar. Faça alguma conversa mole e não trate de negócios antes de escolher o que vai comer.

4.Não fale demais e não coma (mas sobretudo não beba) demais. Faça ambas as coisas com conta, peso e medida - permitindo que o seu interlocutor também fale e também coma.

5.Dê toda a atenção ao(s) seu(s) companheiro(s) de mesa - e não passe o tempo a preocupar-se com quem entra ou está sentado nas outras mesas. Sobretudo: não se levante para ir cumprimentar alguém que não está na sua mesa, deixando o seu convidado, ou quem o convidou, sozinho.

a Uns senhores muito direitos, em cerimónias muito chatas, é isto protocolo? Pode parecer, mas não é. Na semana passada, a espanhola Nuria Martinez, 43 anos, especialista na matéria, veio à Faculdade de Letras de Lisboa explicar como a maioria das normas de bem-fazer - seja para cumprimentar, vestir, andar ou simplesmente estar - se destina, antes do mais, a facilitar a interacção entre os humanos.
São, no essencial, um conjunto de sinais de não agressão: mãos sempre à mostra, olhos nos olhos, respeito pelo espaço vital.
Como os habitantes do mundo animal precisam de espaço para se sentirem seguros, o respeito pelo espaço vital de um indivíduo é uma espécie de "marca de base" do protocolo. Média: um metro quadrado por pessoa é a média. É a medida dada como "boa" no Ocidente. No Médio Oriente, Itália e Grécia a tendência é para estreitar a barreira, enquanto na China ou no Japão esta se alonga até quase aos três metros.
Com mais ou menos espaço de permeio, a necessidade de uma distância de segurança pode ser assim comprovada: dê um passo na direcção do interlocutor e este, é quase sempre, dará outro para trás. É também um bom meio de chegar até à mesa das bebidas ou à janela sem ser preciso recorrer a interrupções antes do tempo.
A um metro do outro é possível observar não só o rosto, como as mãos. A três, as fontes de informação aumentam - pode ajuizar-se a colocação dos pés.
O protocolo, sublinha Nuria Martinez, que orienta os cursos nesta área do Instituto europeu Campus Stellae, em Santiago de Compostela, não vive de novidades.
Uma mão aberta significa, como sempre significou, um gesto de abertura para com o outro, de paz. Enquanto uma mão fechada, ou escondida, inquieta - seja ditado pela soberba ou pela timidez, é um sinal de fechamento, de vontade de não partilha.

Nestas mensagens ancestrais pode residir a resposta para aqueles momentos embaraçantes em que o corpo parece que sobra, com mãos e pés a mais. Que fazer com estes apêndices? Primeiro de tudo, não se deve forçá-los em posições "contra natura". Em pé, pernas direitas, pés ligeiramente afastados (mais nos homens, menos nas mulheres), procurando que o peso do corpo esteja bem distribuído pelas extremidades inferiores. Para procurar o "bom" ponto pode balançar ligeiramente para a frente e para trás. Depois fique direito, com os braços caídos e, para aguentar as mãos, cruze-as à frente (nunca atrás das costas).
Neste mundo concebido para destros, mandam as normas que a mão esquerda fique sobre a direita. Sem estar em contacto, a mão direita estará mais fresca e assim se evitarão esfregadelas apressadas ou embaraços de cumprimentos com mãos suadas.
Em situações mais descontraídas podem-se cruzar os braços à altura do peito, mas sempre com as mãos por cima ou seja, à mostra.
As coisas complicam-se, para as mulheres, quando é altura de sentar. O princípio é não chamar a atenção para os órgãos genitais. Por isso, os joelhos devem manter-se juntos.
Como só uma boa atleta conseguirá manter esta posição por longos períodos de tempo, é permitido cruzar ligeiramente os pés (um mantém-se apoiado no chão, direito, e o outro encosta por detrás).
Em ocasiões menos formais, podem-se cruzar as pernas, mas sempre com uma coxa por cima da outra. O joelho pode descolar do outro cerca de dois centímetros, criando a ilusão de umas pernas mais longas. Nestas circunstâncias, dependendo do tipo, uma cadeira pode ser a melhor aliada ou a pior inimiga.
Tudo por um bom aperto de mão Em protocolo, o cumprimento é rei.
A não ser entre amigos, o melhor é ficar-se pelo aperto de mão. É o mais generalizado e também aquele com menos problemas.
Os beijos, por exemplo, não só implicam uma maior proximidade física, como se corre o risco de ficar de cara esticada para o vazio. É o que acontece a quem dá dois beijos em sítios onde a norma é um (noutros locais dão-se três).
Já no que toca ao aperto de mão, dá-se um e acabou, embora existam alguns requisitos a respeitar para que aquele cumprimento possa cumprir plenamente a sua função de apaziguamento.
O primeiro de todos determina que não devem existir empecilhos a este mão com mão. São muitas as normas de protocolo concebidas expressamente para assegurar este livro acesso.
Algumas delas: o comprimento das mangas de camisas ou vestidos não deve ultrapassar o punho; as malas vão sempre do lado esquerdo (ao ombro ou, melhor ainda, escolher para ocasiões sociais umas pequena carteiras que possam ser transportadas na mão ou debaixo do braço esquerdo); todos os enfeites de usar ao peito (dos pins às condecorações) devem ser também à esquerda; e é com esta mão que se segura também o copo.
Pode-se sempre segurar por baixo um guardanapo, bem dobradinho entre os dedos mindinho e médio. Segundo Nuria Martinez, é outro bom truque para um aperto de mão bem sucedido. Deste modo tem-se sempre algo a que limpar a mão direita, a qual, por essas alturas, já terá levado uns croquetes e afins à boca do seu dono.
O segundo requisito para um bom cumprimento manda que as mãos se encaixem verdadeiramente. Nada de oferecer apenas as pontas dos dedos ou pousar uma palma mole na mão de outro.
Por fim, a mão na mão deve ser acompanhada de olhos nos olhos. É o chamado contacto visual. Atenção à luz! Quando esta é forte de mais, as pupilas contraem-se e esse é um sinal que provoca sempre uma reacção adversa. Está-nos no sangue. Esta transformação das pupilas num pequeno ponto acompanha as descargas de adrenalina provocadas por situações de medo ou agressão. Antecipam a fuga ou o ataque.
Perfumes à mesa, não.
Uma pessoa encharcar-se de perfume também constitui sempre uma agressão para os outros. E é mesmo proibido quando está em causa uma refeição: impede que se desfrute um dos grandes prazeres da mesa - o aroma dos alimentos.
Por muito que tente, o homem é incapaz de ir além de um determinado patamar de estímulos. Essa impossibilidade leva a que um perfume intenso seja também desaconselhado quando se vestem cores fortes ou trajes muito elaborados. Em conjunto provocam o que na gíria se designa de "saturação da imagem".
Quando um indivíduo é um conjunto de mensagens passível de ser decifrado, o rosto tem um peso de leão. Para evitar sofrimentos inúteis e os tiques consequentes, manda a prudência que em absoluto se evite estrear seja o que for (sobretudo sapatos) em casamentos, baptizados, recepções ou mesmo numa singela festa de amigos.
Não é só por um rosto contraído ser sempre um mau cartão de visita, mas também porque o desconforto interfere com a velha máxima, a que o protocolo não escapa, segundo a qual só se consegue estar bem com os outros quando se está bem consigo próprio.
Aquilo a que Nuria Martinez chama de "verdadeiro protocolo" será , pois, uma espécie de resposta "natural" às exigências da vida em sociedade.
A que se juntam marcas civilizacionais. Para ela, existem dois traços que constituem a sua marca de água: "generosidade e tolerância".
O primeiro manda que a atenção se vire para o outro, que se lhe dê tempo ( na memória perdurará sempre mais uma pessoa que sabe ouvir, do que uma tagarela). O segundo aconselha a evitar tiques de classe ou rejeições apressadas: "Devemos recordar-nos que quase tudo já foi correcto num determinado tempo".

Fotos y momentos para recordar...



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Área Protocolo, Ceremonial, Heráldica y Eventos 
Instituto Europeo Campus Stellae www.campus-stellae.com


Estas dos fotos creo que recogen momentos clave en la historia reciente, y que forman parte del área de estudio de la escuela de protocolo. Son un gran modelo de todas las habilidades y actitudes que debe desarrollar un experto en protocolo internacional.

El Rey reunió en su despacho a todos los representantes políticos, el 24 de febrero de 1981, al día siguiente al intento de Golpe de Estado. Foto de Gustavo Catalán Deus.

El monarca español Juan Carlos I con Adolfo Suárez en una actitud informal.
Adolfo Suárez, un hombre del Rey, en 1977 presentó la solicitud de adhesión de España a la Comunidad Económica Europea, mientras que rechazó entrar en la OTAN al considerarla un instrumento de Estados Unidos. El monarca español Juan Carlos I con Adolfo Suárez en una actitud informal. Adolfo
Suárez, un hombre del Rey, en 1977 presentó la solicitud de adhesión de
España a la Comunidad Económica Europea, mientras que rechazó entrar en
la OTAN al considerarla un instrumento de Estados Unidos.
Fotos: Europa press.
Fuente de la información: www.blogger.com/tesisdoctoral

En protocolo la palabra clave : Casa Real Española

Nos gustaría mucho hacer una llamada de atención sobre la figura del Jefe del Estado español, el Rey Don Juan Carlos I, y Destacar su labor a lo largo de estos años de democracia que vivimos en nuestro país.
Desde el punto de visto del protocolo internacional y las relaciones exteriores, siempre ha sido un claro exponente del buen hacer, y en momentos claves de nuestra historia ha salvado a nuestro país de graves crisis, tanto nacionales como internacionales... Posicionándose siempre de un modo claro y rotundo en pro de los derechos fundamentales y de la libertad del ser humano. Junto a el queremos también destacar la labor siempre discreta pero no menos importante de su Majestad la Reina Doña Sofía, especialmente interesada por todo aquello que afecte al entendimiento entre culturas.

Lo dicho aquí os facilito un pequeño artículo publicado en la página de los 25 Años de Constitución: http://www.constitucion.es/rey/don_juan_carlos.html

Curso Intensivo Presencial de Protocolo y Etiqueta en Lisboa


Diário de Noticias


http://dn.sapo.pt/2007/10/13/dngente/ensinar_sobre_comportamento.html
Ensinar sobre comportamento
ALEXANDRA MACHADO

Devia ensinar-se regras de protocolo nas escolas básicas
De que lado se coloca a mala ou se transportam os livros ou as pastas? Como se
colocam os talheres numa mesa? Como se saúda as pessoas e como se dá o abraço?
Tudo perguntas que ficaram respondidas no curso de Protocolo e Etiqueta que terminou ontem na Faculdade de Letras de Lisboa, realizado por Núria Pereira Martínez, directora do Instituto Campus Stellae. A linguagem corporal, a indumentária, a expressão oral, os comportamentos. Tudo está integrado no protocolo e na etiqueta.
Comunicativa, divertida e disponível, Núria Pereira, num espanhol muito próprio (resultante de uma mistura de castelhano com galego) e fazendo um esforço para ser perceptível numa plateia de portugueses, vive há mais de 20 anos embrenhada em protocolos. Por via académica e pela vida prática. Come- çou os seus estudos superiores dedicados à União Europeia na Universidade de Pontevedra. No início dos anos 80, a sua vida passou a estar ligada ao protocolo. Orgulha-se, e aliás está em todas as apresentações que fazem de si, de ter sido discípula do ex-chefe de protocolo da Fundação Príncipe Astúrias. Núria, no entanto, nunca trabalhou para a Casa Real, mas garante que muitos dos casos práticos que o Instituto Campus Stellae, que dirige,
apresenta são embebidos na Família Real espanhola. Também por isso a revista Hola se tornou numa das principais fontes documentais para os cursos e das primeiras.
O seu mundo, no entanto, foi mais virado para a área empresarial e pessoal (sobre a qual se debruçou o curso dado em Lisboa). Em 1988, já ensinava empresários galegos a comportarem-se nas suas relações institucionais. Aos alunos e ao DN vai sempre salientando que o protocolo está presente em todas as relações. Recusa a consideração de que o protocolo é um conjunto de regras rígidas. E define-o: É feito para nos sentirmos confortáveis nas situações", quer na postura e actuação corporal quer na expressão oral.
E sabia que há regras protocolares desde a Idade Média? Pois é. É uma época que, nas palavras de Núria Pereira, "é muito rica". Já nesse tempo havia regras a seguir, especialmente nas mesas infindáveis de comensais. Já nesse tempo ditava a boa postura que não se devia mostrar ansiedade a comer, nem ingerir as bebidas de um trago.
Saborear, ou pelo menos fingir saborear a comida e sem sofreguidão. Núria Pereira aproveita a história para retornar ao presente. Numa mesa, alimenta-se o corpo ("e eu gosto de boa comida, gosto de desfrutar", atalha), mas é muito importante alimentar a alma. "A mesa fez-se para conversar e descobrir a pessoa que está à nossa frente." De volta à história, já se sabe que os medievais comiam à mão, mas era claro para eles que quando se pegasse numa peça de comida não se voltava a pôr na travessa. Era essa mesmo que se tinha de comer. Vários outros exemplos foram surgindo na primeira aula dada por Núria que quis conhecer o nome, a ocupação e a razão da frequência do curso dos alunos um por um. Relações internacionais, relações públicas, pessoas ligadas ao turismo, à organização de eventos, com ambições diplomáticas, havia de tudo. Em todos subjazia duas motivos principais - valorização profissional ou mera curiosidade.
Esta galega, com família catalã, sempre se preocupou, mesmo em pequena, com a maneira de estar e actuar em presença de outras pessoas. Coisas que se deviam aprender nas escolas básicas. Afinal, saber-se comportar pode evitar conflitos e mal-entendidos.
E o prin- cipal erro protocolar cometido é transportar-se a mala do lado errado? Nada disso. É, segundo Núria Pereira, a soberba!

VIII Congreso de Protocolo en Roma

Hola a todos,
Esta es la imagen del próximo encuentro internacioal de protocolo que tendrá lugar en Roma.

Blog de Protocolo en Portugal

Navegando por la red nos llevamos una grata sorpresa al encontrar un blog portugués que había publicado una entrada sobre este y nuestro curso de Protocolo y Etiqueta Internacional en la Universidad de Lisboa.
Es, del mismo modo que el nuestro, un blog destinado a información relacionada con esta disciplina tan curiosa que es el protocolo, escrito por dos chicas portuguesas con gran experiencia en la materia: Cristina Marques Fernandes y Susana Salazar Casanova.



















“O Protocolo hoje é transversal e procura quebrar barreiras entre maiorias e minorias, entre o anfitrião e o convidado, entre entidades oficiais e cidadãos comuns, utilizando fórmulas de um cerimonial simples e sóbrio, onde se destaca a pessoa em detrimento do cenário, ou seja, o Protocolo facilita a Comunicação.
O conhecimento e a aplicação reflexiva das regras e técnicas protocolares nas empresas modernas e no desenrolar de diversos tipos de eventos, são um factor de grande utilidade e pertinência no quotidiano empresarial. “



Curso Práctico de Protocolo y Etiqueta Internacional en Santiago de Compostela

El día 10 de noviembre (de 2007) tendrá lugar en nuestra sede del IECS en Santiago de Compostela el próximo Curso Presencial de Protocolo y Etiqueta Internacional, que como siempre empezará a las 10.00 de la mañana para finalizar a las 20.00 horas, parando para almorzar a las 14.00h.; que es cuando se lleva a cabo la parte práctica de protocolo en la mesa.

La ponente del curso es Nuria Pereira Martínez, Directora del IECS y de la EI-PEC, discípula del Ex-Jefe de la Casa Real Española y de la Fundación Príncipe de Asturias.
El
programa del curso comienza con una breve introducción histórica del protocolo, pero se centra a lo largo del día en el protocolo personal y el protocolo en la mesa. En las horas cercanas al almuerzo se explicará la teoría sobre cómo debe comportarse uno en la mesa, siendo invitado y también siendo el anfitrión. Por esto se estudia la colocación de los invitados, de las mesas, decoración de las mismas, manejo de los cubiertos, uso de la servilleta, y un montón de cosas más. Aprovechando la hora del almuerzo, pondremos todo esto en práctica.
El resto de la jornada
se dedicará a explicar todo lo relacionado con el lenguaje corporal, indumentaria, etiqueta masculina y femenina, se harán ejercicios para aprender cuál es la manera más correcta de caminar, estar de pie, subir y bajar escaleras, sentarse, estrechar la mano... Así como la teoría que explica los motivos por los cuales es tan importante cuidar estos detalles.
Lo cierto es que todas las ocasiones en que hemos celebrado estos cursos, el ambiente es excelente, gracias a la participación de los alumnos, que aunque suelen ser de distintas edades o diferentes ámbitos, hacen del curso una jornada muy entretenida.
En cuanto a qué gente se dirige este tipo de formación... Todas aquellas personas interesadas en mejorar su imagen laboral y social, aquellos que deseen aprender a desenvolverse con mayor soltura en cada situación, personas que se inicien en el mundo laboral y quieran afrontar una buena entrevista de trabajo, empresarios, gente dedicada a la organización de cualquier acto o evento, gente que trabaje de cara al público, y un largo etcétera...
El precio del curso es de 99 euros (incluyendo el almuerzo) y 80 euros para los alumnos del IECS.
Contacto: http://www.campus-stellae.com/


Curso Intensivo de Protocolo y Etiqueta Internacional en la Universidad de Lisboa

Entre los días 10 y 12 de octubre tendrá lugar en la Universidad de Lisboa el Curso Intensivo de Protocolo y Etiqueta Internacional que venimos impartiendo en diferentes organismos durante los últimos años. El último fue el mes de abril de este año con un éxito rotundo en la Universidad de Santiago de Compostela, gracias a las casi trescientas personas que acudieron a las ponencias y que participaron en cada una de las actividades.

La ponente, Nuria Pereira Martínez, seguirá un programa centrado en el aprendizaje del Protocolo Personal, Protocolo en la Mesa, hablar en público, saludos, lenguaje corporal, expresión escrita, etcétera. Todo esto intercalando la teoría con ejercicios prácticos que ayuden al alumno a sellar mejor los contenidos, así como a crear un ambiente más distendido.

El punto fuerte de este curso es el protocolo personal, dotando a cada alumno de herramientas para desenvolverse tanto en el mundo laboral como en sus relaciones sociales, ya que los alumnos aprenden lenguaje corporal, que les permite entre otras cosas, a dar una imagen más segura de sí mismos, saber llevar una entrevista de trabajo, manejar negociaciones, y desenvolverse en un sin fin de situaciones más. También aprenden protocolo en la mesa, que les permite aprender a comportarse adecuadamente como invitado, pero también como anfitrión. Además de ver la indumentaria adecuada para cada ocasión, etiqueta masculina y femenina... Todo lo necesario para saber cómo desenvolverse en cada situación de forma natural y sencilla.

Datos del curso
Fecha: 10-12 de cotubre de 2007-10-04
Horario: 10.00 á 14.00 horas y de 16.00 á 20.00h.
Lugar: Anfiteatro III de la Facultad de Letras de la Universidad de Lisboa
Ponente: Nuria Pereira Martínez, Directora del IECS y de la EI-PEC.
Precio: 40 euros.

Mantón de Manila. Uso e historia.


A petición de uno de los comentarios dejados en la entrada sobre la mantilla española, aquí escribiremos acerca del mantón de Manila.


A pesar de lo que cree mucha gente, el mantón de Manila tiene su origen en China y después precisamente en Manila, capital de Filipinas, en la época en que era colonia española desde el siglo XVI. De su puerto partían los galeones españoles cargados con productos orientales hacia Sevilla, entre los que se encontraban estos mantones de seda con bordados de decoración profusa que, por supuesto, encantaron a las mujeres sevillanas.





En España además de añadirsele los flecos, su decoración fue variando de motivos chinos, como pagodas, dragones y bambú, hacia motivos naturales, como pájaros y flores; cada una con un significado.



Uso:
El tamaño del mantón tiene que ser tan grande como para poder cubrir los dos brazos extendidos en cruz, y no debe pesar demasiado, pues esto dificultaría el elegante manejo del mismo.
Los modelos más típicos son los de macetones (con macetas llenas de flores), los de cigarretas (con rosas y claveles) y el modelo isabelino (bordado solo en las esquinas).
Se puede utilizar para acompañar el traje tradicional de flamenca o cualquier vestido de noche. Y es importante no confundirlo con la pañoleta que acompaña el vestido de faralaes.